ELA ACHOU QUE ESTAVA APENAS CORRIGINDO ERROS DE CÓDIGO NAS MADRUGADAS DO LABORATÓRIO. MAS A ÚLTIMA RESPOSTA DA MÁQUINA NÃO FOI GERADA POR ALGORITMOS.

Para Mariana, as madrugadas no Departamento de Ciência da Computação eram sinônimo de silêncio, café frio e telas pretas cheias de linhas verdes. Sua função no projeto Sentinela parecia puramente técnica: interagir com uma nova rede neural avançada, calibrar as respostas e caçar alucinações de código. Uma rotina maçante, se não fosse pelo isolamento do […]